Programa habitacional do GDF supera 13,8 mil moradias e beneficia 40 mil pessoas





A poucos dias de trocar o aluguel pela casa própria, o servidor público João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, já vive a expectativa da mudança para o Itapoã Parque, onde passará a morar com a esposa e a filha de 14 anos. A conquista marca o fim de uma longa espera por estabilidade no Distrito Federal.


Morando no Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do governo local a oportunidade de mudar de vida. Para ele, a iniciativa ampliou o acesso à moradia para quem antes não conseguia entrar no mercado imobiliário. “Quando o governo cria opções mais acessíveis, muita gente passa a enxergar uma chance real de sair do aluguel. No meu caso, é a realização de finalmente ter um lugar fixo para viver”, afirma.


O novo endereço fica no condomínio 30, um conjunto com 96 apartamentos, projetado para abrigar famílias com média de três a quatro pessoas por unidade. A mudança deve ocorrer nos próximos dias, assim que forem concluídas as ligações de energia elétrica e gás. Enquanto aguarda, João já organiza os detalhes do novo lar. “A gente está planejando tudo com muito cuidado, pensando na sala, nos móveis novos e em uma cozinha bem aproveitada, com armários e espaço funcional”, conta.


A história dele se soma à de milhares de outras beneficiadas pela política habitacional do Distrito Federal. Desde 2019, mais de 13,8 mil moradias foram entregues, alcançando cerca de 40 mil pessoas. Para este ano, a previsão é ampliar esse número com a entrega de outras 20 mil unidades.


Presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Marcelo Fagundes destaca que os resultados vão além dos números. “Quando falamos dessas entregas, estamos falando de famílias inteiras que tiveram a vida transformada. Não se trata apenas de construir imóveis, mas de garantir dignidade e realizar um sonho antigo de muita gente”, afirma.


O planejamento da companhia indica uma expansão ainda maior nos próximos anos. Segundo Fagundes, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem reforçar esse volume. “Se considerarmos o que já está em andamento e o que ainda será lançado, a expectativa é atingir cerca de 100 mil moradias entregues em até cinco anos”, projeta.


Os empreendimentos estão espalhados por diferentes regiões administrativas, como Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Ceilândia e Itapoã, onde está localizado o maior projeto habitacional de interesse social do país. Também há iniciativas em andamento em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novos projetos previstos para Ceilândia.


A estratégia da Codhab é priorizar áreas com infraestrutura e acesso facilitado a serviços públicos e transporte. De acordo com o presidente, essa escolha garante melhores condições de vida às famílias contempladas e fortalece o desenvolvimento das regiões. Ele também destaca o impacto econômico dos projetos, que geram milhares de empregos diretos e indiretos durante a execução das obras.


Apesar do avanço, a demanda por moradia segue crescente. “A procura não para, porque a cidade continua se expandindo, novas famílias surgem e mais pessoas chegam ao DF. Mesmo assim, o volume de entregas que estamos alcançando já representa um marco histórico para a habitação na capital”, conclui.






Source link

https://chumbogrossodf.com.br/programa-habitacional-do-gdf-supera-138-mil-moradias-e-beneficia-40-mil-pessoas/?fsp_sid=286982

Postar um comentário

0 Comentários