Quer ser cientista? Carreira exige curiosidade, paciência e parceria
Pesquisadores explicam como é a formação de um cientista, quais habilidades fazem diferença e os desafios de quem escolhe essa profissão
Descobertas que levam a novos medicamentos, tecnologias, vacinas e soluções para problemas da sociedade começam muito antes dos resultados chegarem ao público. Por trás desse trabalho está a carreira científica, construída ao longo de anos de formação, pesquisa e colaboração.
Segundo o pesquisador Roger Borges, professor de Engenharia Biomédica do Ensino Einstein, a formação costuma começar ainda na graduação, com a iniciação científica.
“Nessa etapa, o estudante aprende o método científico, a escrita científica e participa do desenvolvimento de um projeto. Nem toda pesquisa acontece em laboratório. Ela também pode ser computacional ou teórica”, explica.
Depois da graduação, o pesquisador pode seguir para o mestrado, doutorado e, posteriormente, para o pós-doutorado. Ao longo desse percurso, cresce também o nível de responsabilidade e de autonomia na produção de conhecimento.
Borges explica que o mestrado certifica que o profissional domina o método científico, enquanto o doutorado demonstra a capacidade de produzir conhecimento inédito e contribuir com novas descobertas para a ciência.
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