Celina Leão defende internação involuntária humanizada como medida de proteção à vida e à saúde mental

Celina Leão defende internação involuntária humanizada como medida de proteção à vida e à saúde mental

Celina Leão defende internação involuntária humanizada como medida de proteção à vida e à saúde mental

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, voltou a defender o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde mental, ressaltando a importância da internação involuntária humanizada em situações excepcionais, quando pessoas em surto apresentam risco para si mesmas ou para terceiros.

Segundo a governadora, ignorar casos graves de comprometimento psíquico não representa uma solução e pode agravar situações de vulnerabilidade. Para ela, o Estado tem a responsabilidade de agir de forma técnica, responsável e humanizada sempre que houver necessidade de garantir atendimento especializado.

Celina Leão enfatiza que a medida não tem qualquer relação com a criminalização da pobreza ou das pessoas em situação de rua. Pelo contrário, afirma que a internação involuntária deve ser aplicada apenas em circunstâncias específicas, previstas na legislação e fundamentadas em critérios médicos, quando a pessoa perde temporariamente a capacidade de tomar decisões sobre o próprio tratamento.

A chefe do Executivo destaca que o objetivo é preservar vidas, oferecer assistência adequada e reduzir o risco de episódios que possam resultar em tragédias, assegurando que o paciente receba acompanhamento profissional em ambiente apropriado.

Para a governadora, uma política pública eficiente de saúde mental precisa combinar acolhimento, respeito aos direitos humanos e responsabilidade do poder público. "Quando uma pessoa está em surto e coloca a própria vida ou a vida de terceiros em risco, a omissão não pode ser a resposta", defende.

Ao reforçar seu posicionamento, Celina Leão afirma que a internação involuntária humanizada deve ser entendida como um instrumento de proteção, destinado a garantir tratamento digno e especializado nos casos mais graves, fortalecendo uma política pública baseada no cuidado, na responsabilidade e na preservação da vida.

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